Wednesday 20 January 2010

Então é assim que você sai da minha vida?  E isso não era pra ser assim.

Tuesday 12 January 2010

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Covarde. Covarde. Covarde.

Te deixei escapar de novo das minhas mãos e eu que prometi nunca soltar a tua mão me vejo agora de dedos quebrados. Tu te arrancaste a força e nem sei porque eu lamento tanto isso. Aquela a quem eu um dia tanto amei, não existe mais, talvez nunca tenha existido, eu só a criei em meu universo paralelo, no mundo criado para viver as ilusões.

E agora te pergunto. O que eu faço de tanto sonho, tanta vontade que nem saiu do papel. O plano era tão bom, infalível. O crime, se existiu foi o de ter deixado as portas abertas sem me dar conta do perigo que eu corria.

Uma vez, me lembro bem do que me disse. Disse que não sabia amar, que você repelia todas as pessoas que se aproximavam de ti. Eu acredito nisso agora, assim como acreditei em todas as palavras que me dissestes até hoje. Cegueira. É verdade. Burrice? sim, isso também.

O que isso importa agora se nem mesmo esse texto você irá ler. O que importa se não consigo te ignorar como eu deveria e insisto em sentir sua falta? O que importa se a verdade nua e crua  é a que eu não sei te esquecer? O que importa se nem ao menos disfarçar eu sei?

O que importa tudo isso se não é contigo que posso compartilhar?